sexta-feira, 29 de outubro de 2010

E no segundo turno o meu voto é ...








Nulo.











antes e depois no debate.

domingo, 24 de outubro de 2010

Little Joy

Oii gentee!
tudo bem?
Eu não to muito bem não. Tô com uma put* dor no pescoço, e tô com dor na garganta também, acho que ela vai ficar inflamada. Amanhã eu vou tirar sangue, não gosto de tirar sangue, aliais eu to pensando seriamente se vou.
Mas eu não vim aqui hoje pra falar disso, eu nem sei porque comecei a falar... enfim, tô aqui hoje pra postar um video de uma banda que eu gosto muito. Ultimamente só tenho postado videos de músicas neh, é porque é o que eu mais gosto de ficar fazendo quando não tem nada pra fazer, ou até quando tem, rs'
A banda é a Little Joy, formada pelo Rodrigo Amarante, do meu querido Los Hermanos, o Fabrizio Moretti, do The Strokes e Binki Shapiro.
A música é uma das que mais gosto, Keep me in Mind.



" Even though we have to say goodbye, Keep me in mind..."

Bjo
tchau.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Móveis Coloniais de Acaju.

Olá
Tudo belê.?
Venho a pouco tempo escutando uma banda que eu acho muito boa, se chama Móveis Coloniais de Acaju.
A música deles tem uma sonoridade diferente, divertida, eles misturam gaiata, trombete, flauta com guitarra, bateria. Dificil de classificar o som do Móveis, é um rock, com ska e ritmos brasileiros.
Essa banda, com esse som louco e uma composição esquisita e um nome mais louco ainda é de Brasilia está no seu segundo cd, C_MPL_TE (Complete)  e vem aí pra mostrar no cenário musical que o brasileiro pode mostrar ainda muitas coisas boas e criativas!
Viva Móveis.



O Tempo engatinhar do jeito que eu sempre quis, se nao for devagar que ao menos seja eterno assim...





sábado, 16 de outubro de 2010

Um bicho que se inventa.

Toda pessoa necessita que as demais pessoas a reconheçam tal como ela acredita que e, tal como se inventa para si mesma. Isto significa que, porque somos uma invenção de nós mesmos, o reconhecimento do outro é indispensável a que esta invenção se torne verdadeira. Por isso, se é certo, como disse Jean-Paul Sartre, que "o inferno são os outros", é certo também que está neles o sentido de nossa existência.
Um recém-nascido não é ainda um cidadão, quase diria que, a rigor, ainda não é gente: trata-se de um bichinho que traz consigo, potencialmente, todas as qualidades que o tornarão de fato uma pessoa. Sim, porque uma pessoa, mais que um ser natural, é um ser cultural.
Certamente, não pretendo dizer que a pessoa não seja o seu corpo material, esse organismo que pulsa, respira e pensa; tanto é que, sem ele, simplesmente ela não existiria, e é nele que repousam todas as qualidades que permitirão o surgimento da pessoa humana que cada recém-nascido se tornará.
Mas não há nenhum fatalismo nisso. Se é verdade que o recém-nascido já possui qualidades e traços próprios que o tornam diferente de todos os outros, não significa que se tornará inevitavelmente o indivíduo X. Não, o que ele se tornará -e é imprevisível- dependerá em boa parte de como assimilará os valores que a educação lhe ofereça. No princípio, o que ele aprende são as normas básicas de sobrevivência e convívio. Só mais tarde conhecerá os valores que absorverá de acordo com suas idiossincrasias, face aos quais reagirá de maneira própria e, assim, irá, passo a passo, se formando e se inventando como ser humano.
A sociedade humana foi inventada por nossos antepassados. Quem nasce hoje já a encontra inventada, material e espiritualmente, com seus equipamentos, valores e princípios que a constituem e definem. É dentro desta realidade cultural, complexa e contraditória, que ele vai se inventar como indivíduo único e inconfundível. Porque cada um de nós quer ser assim: único e inconfundível.
Viver é, portanto, inventar-se: inventar sua vida, sua função no mundo, sua presença. Obviamente, nem todos têm a mesma capacidade de inventar-se e reinventar o mundo. Alguns levam essa capacidade a ponto de mudar de maneira radical o universo cultural que encontraram ao nele integrar-se, como o fizeram por exemplo Isaac Newton ou Albert Einstein, Sócrates ou Karl Marx, William Shakespeare ou Wolfgang Goethe, Leonardo da Vinci ou Pablo Picasso...
Mas a humanidade não é constituída apenas de gênios, que, na verdade, são exceções. Não obstante, todas as pessoas, em maior ou menor grau, se inventam e contribuem para que o mundo humano se mantenha e se renove. Aliás, se os gênios contribuem para a reinvenção do universo cultural -que é o nosso espaço de vida-, a vasta maioria das pessoas é responsável pela preservação do que já foi inventado. Por isso mesmo, a maioria é conservadora e freqüentemente resiste às mudanças e inovações. É que essa maioria não tem noção de que vive num mundo inventado, de que a vida é inventada e de que os valores, que lhe parecem permanentes, também o são. Eles não foram ditados por nenhum ente divino, mas inventados pelos homens conformes suas necessidades e possibilidades. E também, conforme elas, podem ser mudados.
O homem é o único animal que se inventa e inventa o mundo em que vive. A colméia, que a abelha fabrica hoje, tem os casulos da mesma forma hexagonal que tinha desde que surgiram no planeta as primeiras abelhas. Já o habitat humano vem mudando desde sempre, da caverna natural ao casebre, que se transformou em aldeia, povoado, cidade até chegar à megalópole de hoje. O homem, para o bem ou para o mal, mudou a face do planeta, utilizou os recursos naturais para produzir seu mundo tecnológico e dinâmico. Mudou a natureza, alterou o seu funcionamento biológico, meteorológico, sísmico. Seu habitat é primordialmente a cidade, esta complexíssima máquina que só funciona graças à tecnologia que inventamos e desenvolvemos incessantemente.
Quando digo que o homem se inventa, não sugiro que se trata de mera fantasia sem base na realidade . Newton inventou o cálculo infinitesimal, linguagem das ciências exatas, que não existia. A ciência inventou as leis da física, que sempre atuaram na natureza, mas que eram como se não existissem no entendimento humano. As invenções da arte são de outro tipo: Shakespeare inventou a complexidade da alma humana que, se não fosse ele, estaria como se não existisse. Ou seja, a partir da natureza ou de sua imaginação, o homem se inventa e constrói um universo cultural que é seu verdadeiro espaço de existência.
O homem criou também, além do mundo material, além da ciência e da técnica, o mundo simbólico da filosofia, da música, da poesia, do teatro, do cinema. Inventou os valores éticos e estéticos. Inventou a Justiça, embora sendo injusto. E por que, então, a inventou? Porque quer ser melhor do que é, quer -como disse o poeta Höderlin- "ultrapassar o campo do possível". Inventou até Deus, que é a resposta à fatalidade da morte e às perguntas sem resposta. O homem inventou Deus para que este o criasse. Filho dileto de Deus, pode assim aspirar à ressurreição.

Ferreira Gullar.

domingo, 10 de outubro de 2010

Los Hermanos no SWU.



Todo carnaval tem seu fim.../ Deixa ser, como será?

Pontuais e com a banda mais redonda do que em sua última apresentação, há um ano e meio, o Los Hermanos subiu ao palco do Festival de Música SWU com parte da plateia já ganha. Atualmente dedicados a projetos individuais, Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba ainda mantém uma legião de fãs saudosos que estavam ali com a banda e pela banda: não importa o que tocassem, os orfãos do grupo sairiam satisfeitos apenas com a possibilidade de tê-los reunidos outra vez.


Vi o show pela tv e tive uma sensação de alegria em ver os rostos deles felizes! Imagine pra quem estava lá!
Vê-los novamente junto, já valeu por todo o festival.
LH é uma banda que não deveria nunca ter parado, suas composições e arranjos são maravilhosos.
Sonho um dia poder ver esses meninos barbudos de perto e poder cantar em plenos pulmões... '' DEIXA SEER COMO SERÁ?...'' entre outras lindas canções deles, porque se tratando de LH é impossível vc só gostar de uma música!

Marcelo, Rodrigo, Barba e Bruno, vcs juntos formam a melhor banda que o Brasil já teve!
sempre LH!

Bjo
tchau.